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CONHECER O LUGAR FAZ PARTE DA CAMINHADA.

Somos verdadeiros especialistas na arte da observação.   Observamos o mundo que nos cerca de forma quase doentia.  Enxergamos, rotineiramente, as "falhas" e as "qualidades" do outro; pesamos na nossa balança as situações que vivemos, atribuindo características aos nossos semelhantes, a partir desse nosso olhar, muitas vezes distorcido, viciado, egoísta. Aquilo que apontamos no outro está profundamente conectado com a forma como nos enxergamos. Esse olhar, portanto, muitas das vezes, é um olhar revestido de falhas. Precisamos compreender a necessidade do autoconhecimento, que é essencial para a prática do viver. Como conheceremos o mundo que nos cerca, se sequer nos conhecemos? Trata-se de uma necessidade tão antiga quanto a organização dos agrupamentos humanos. Todavia, sempre foi rejeitada pela maioria dos indivíduos, mesmo com os alertas emanados de grandes conhecedores da alma humana, como Jesus Cristo e Sócrates. Ao conhecer um ambiente diferente daquele c...

PELOS CAMINHOS INCERTOS DA NOVIDADE E DA SAUDADE.

PELOS CAMINHOS INCERTOS DA NOVIDADE E DA SAUDADE Há um momento determinado em nossa existência, em que o caminho deve ser revisado, revisto. Chega de ficarmos sentados, esperando a engrenagem girar. Há um tempo para ceder, um tempo para lutar, um tempo para se recolher, um tempo para reavaliar, um tempo para reunir forças e ir à luta, um tempo para se render. E também um tempo para pensarmo s no tempo perdido. E quanto tempo perdemos! Caminhamos por uma estrada longa, em busca da felicidade, do desconhecido. Por muitas vezes, buscamos o inatingível. Perdemos tempo com conjecturas, reflexões bobas, alimentando medos famélicos, insaciáveis, e nos esquecemos de que o mundo continua a girar, independentemente de nossos medos, nossas angústias, nossas apreensões. O dia de amanhã virá, implacável, intenso, revestido de verdade, pleno e inexorável.   Mas, muitas vezes, nos deixamos consumir por aquela parte de nós que nos determina que esqueçamos que o tempo não espera por ninguém, c...
PEIXE DE PEIXES. Mais uma vez, distante de Natal, experimentando a dolorosa e necessária condição exílica. Na distância, envolvido por um clima frio gostoso (longe do calor infernal de Natal, do qual não sinto saudade), experimento as sensações provocadas pela saudade, mas sem tristeza. Estou no lugar certo, no momento certo. Mas não consigo esquecer os versos de canções que falam da saudade, canções que sempre gostei de tocar, como " 500 Miles", "London,  London" e "Coqueiros", apenas para citar algumas. Os versos de "Estrada nova", de Osvaldo Montenegro não me saem da mente: "lembra se puder, se não der esqueça,  de algum jeito vai passar". Tudo passa. Algumas coisas passam com mais dificuldade,  pois algumas dores são curadas de forma mais demorada,  mas tudo passa, pois há tempo para todas as coisas debaixo do céu. Inspirados pelo que diz o Eclesiastes, precisamos entender que há um tempo para plantar,  e também um tempo pa...

QUESTIONÁRIO: IED.

1.     Diferencie direito e justiça. 2.     É correto afirmar que, enquanto  a concepção de Direito é influenciada pela ideologia, a concepção de Justiça não sofre influência ideológica? Justifique. 3.     Para Platão, apenas a justiça humana era válida? Fundamente a sua resposta. 4.     Na sua concepção, a justiça humana deve obedecer à justiça divina? Justifique. 5.     Qual a concepção da justiça predominante na Idade Média? 6.     Com base no pensamento de Aristóteles, diferencie a justiça distributiva da justiça comutativa.. 7.     Qual a relação que Aristóteles faz entre a justiça e a virtude? 8.     Qual a relação existente entre justiça e direito? 9.     Que características diferenciam o direito da moral? 10.      O que diz a teoria do mínimo ético? 11.      Qual a relação que ex...

IED - TÓPICOS: DIREITO E JUSTIÇA; DIREITO E MORAL; JUSNATURALISMO.

TEMA: Direito e Justiça. ü     Justiça como único valor absoluto do direito. ü     O gozo da ordem jurídica como direito humano fundamental. ü     Justiça e igualdade: justiça comutativa. Prevalência da balança. Dever negativo (representado pelo respeito à personalidade de nossos semelhantes) e dever positivo (cumprimento de obrigações). ü     Justiça e conformação: o fortalecimento da superstição, nas sociedades antigas e a influência desse fenômeno sobre a ideia de justiça. ü     Concepção platônica de justiça: justiça divina e justiça humana. ü     Necessidade, utilidade e prazer na concepção de justiça do Epicurismo. ü     a justiça para Cícero: lei, justiça e natureza. ü      A concepção aristotélica de justiça:   - justiça como virtude perfeita; - mediania; equidade; justiça e reciprocidade; - liberdade, igualdade e justiça; -...
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